Já dizia Nelson Rodrigues “O Fla-Flu surgiu quarenta minutos antes do nada” e partindo dessa ideia que o clássico das multidões é um verdadeiro charme e o “MAIS QUERIDO” urubu do planeta, detentor de uma massa apaixonada volta suas atenções para uma velha baranga das laranjeiras de roupinha tricoflor! O dia do reencontro com a freguesa é no estádio Nacional de Brasília popularmente conhecido como Mané Garrincha.
Dadas as circunstâncias, eu acredito que só uma virada de mesa (“E cá entre nós disso o Florminen-C esbanja experiência 96, 97,2000 e 2013”) para o flamengo não sair vitorioso, por mais que o nosso futebol em construção não tenha animado a magnética, eu acredito no poder e no peso do manto sagrado pra superar esta fase de adaptação dos jogadores para o esquema do Muricy.
Eu não arrisco placar, porque sou da filosofia de que vitória é vitória e o que vale é o resultado. E o melhor resultado é aplicar um tradicional “Pente e Rala” sem preliminares na caridosa baranga que já levou diversos chocolates do Mengão (“144 vezes ao longo da historia, 85 só no carioqueta”), é sem igual.
Mas antes de ir para Brasília recomendo aos jogadores do FLA dar um pulo em Cosme Velho e pedir uma ajuda pra São Judas Tadeu, não pra ganhar o clássico, até porque isso já foi encomendado, mas para que acima do resultado, seja um espetáculo de paz na noite em que só o futebol vire noticia.
Fonte: Coluna do Flamengo

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