Ao acertar a finalização depois de duas falhas seguidas e marcar o
gol da virada do Flamengo no Maracanã, Guerrero expôs um misto de
emoções. Primeiro, fez cara de choro, lamento. Depois, sorriu e
comemorou com os companheiros. O comportamento chamou a atenção. Neste
domingo, o atacante encerrou o jejum de cinco partidas sem marcar com a
camisa rubro-negra depois do início fulminante.
As cobranças, ainda tímidas, até já existiam. Principalmente após desperdiçar chance clara, na frente de Martin Silva, na derrota para o Vasco, por 1 a 0, pela Copa do Brasil. Oswaldo de Oliveira tem pouco tempo de convívio com o atacante, mas conseguiu fazer uma análise do momento atravessado pelo peruano. Para o técnico, o turbilhão de emoções desde sua chegada ao clube, com grande expectativa, tem papel importante.
"Sinceramente, não conversei nada com ele, não. É uma situação que estamos habituados a ver os atacantes passarem. Vez por outra a bola não entra. Mas ela volta a entrar. Guerrero é um jogador, pelo pouco convívio, muito responsável. E a forma que chegou ao Flamengo, o 'auê' todo...Foi muito festejado pela torcida, imprensa, pelos próprios jogadores. Acho que isso pesou um pouco nos ombros dele e tirou a tranquilidade em alguns jogos. O importante para a convivência dele na equipe é que ele tivesse marcado", disse Oswaldo de Oliveira.
Perguntado mais tarde sobre o motivo da emoção ao marcar o segundo rubro-negro no Maracanã, Guerrero admitiu que a falta de gols o incomodava bastante.
"Era o jejum. Vinha com chances claras de gol, mas, infelizmente, a bola não entrava. Hoje também tive oportunidades antes de marcar e a bola não queria entrar. A bola quica muito aqui no Maracanã e não consigo finalizar do jeito que gosto", disse Guerrero.
O último gol do atacante pelo Flamengo fora contra o Grêmio, vitória de 1 a 0, na estreia do peruano no Maracanã com a camisa rubro-negra, no dia 18 de julho. Desde então ele disputara cinco dos últimos seis jogos. Em algus momentos demonstrou irritação e acabou até punido com três amarelos, ficando fora da vitória de 3 a 2 sobre o Atlético-PR, no Maracanã, pelo Brasileiro.
(Fonte: ESPN)
As cobranças, ainda tímidas, até já existiam. Principalmente após desperdiçar chance clara, na frente de Martin Silva, na derrota para o Vasco, por 1 a 0, pela Copa do Brasil. Oswaldo de Oliveira tem pouco tempo de convívio com o atacante, mas conseguiu fazer uma análise do momento atravessado pelo peruano. Para o técnico, o turbilhão de emoções desde sua chegada ao clube, com grande expectativa, tem papel importante.
"Sinceramente, não conversei nada com ele, não. É uma situação que estamos habituados a ver os atacantes passarem. Vez por outra a bola não entra. Mas ela volta a entrar. Guerrero é um jogador, pelo pouco convívio, muito responsável. E a forma que chegou ao Flamengo, o 'auê' todo...Foi muito festejado pela torcida, imprensa, pelos próprios jogadores. Acho que isso pesou um pouco nos ombros dele e tirou a tranquilidade em alguns jogos. O importante para a convivência dele na equipe é que ele tivesse marcado", disse Oswaldo de Oliveira.
Perguntado mais tarde sobre o motivo da emoção ao marcar o segundo rubro-negro no Maracanã, Guerrero admitiu que a falta de gols o incomodava bastante.
"Era o jejum. Vinha com chances claras de gol, mas, infelizmente, a bola não entrava. Hoje também tive oportunidades antes de marcar e a bola não queria entrar. A bola quica muito aqui no Maracanã e não consigo finalizar do jeito que gosto", disse Guerrero.
O último gol do atacante pelo Flamengo fora contra o Grêmio, vitória de 1 a 0, na estreia do peruano no Maracanã com a camisa rubro-negra, no dia 18 de julho. Desde então ele disputara cinco dos últimos seis jogos. Em algus momentos demonstrou irritação e acabou até punido com três amarelos, ficando fora da vitória de 3 a 2 sobre o Atlético-PR, no Maracanã, pelo Brasileiro.
(Fonte: ESPN)

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