Enquanto Paolo Guerrero vivia retiro forçado pela suspensão por doping imposta pela Fifa, seu cavalo mais vitorioso se encontrava em situação semelhante. E, agora, tal qual o dono, o premiado Elbchaussee prepara o retorno – nesse caso, às pistas de grama do Jóquei Clube do Peru.
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Livre da punição, Paolo Guerrero estriou na Copa do Mundo neste sábado, às 13h (de Brasília), contra a Dinamarca, em Saransk. Já o equino treina em Lima, capital peruana, depois de mais de um ano parado.
– É um craque – afirmou Sabino Arias, veterinário, amigo de Guerrero e tratador de Elbchaussee.
Guerrero é um apaixonado por cavalos e acumula exemplares há anos. Quando defendia o Corinthians, tinha animais com nomes que remetiam a São Paulo: Pacaembu e Iguatemi, por exemplo. Outros eram batizados de acordo com seus parentes: Dona Pê, em homenagem à mãe, Petronila Gonzales, e José Christian, de seu pai.
Hoje, além de Elbchaussee, o centroavante tem outros cinco cavalos de corrida no Stud (haras) Diego Enrique, no Hipódromo de Monterrico, no Peru: Baby Alessito, Jenna, Sky Power, Menina Carioca e Rubro-Negro. Os dois últimos, claro, referências ao Rio de Janeiro e ao Flamengo. Há também o garanhão GTR Alpha, dedicado à reprodução.
Elbchaussee, porém, sempre foi o xodó. Campeão adulto e eleito melhor cavalo de corrida do ano no Peru, em 2016, o animal faturou prêmios, mas teve duas fraturas por estresse nas canelas e se afastou, já que tinha limitações em pistas de grama. Depois, tornou-se um reprodutor.
Perto de completar 9 anos de idade, porém, ele se prepara para novas apresentações em Monterrico. E vem surpreendendo até quem o conhece bem. Caso de Sabino Arias, o veterinário.
– Elbchaussee vai muito bem. Estamos levando seu treinamento com muita cautela, de acordo com a vontade do cavalo. É um grande cavalo que gosta de correr, então não precisamos de muito treino. É só colocá-lo em forma – destacou Arias, em entrevista ao GloboEsporte.com.
– Provavelmente vai voltar a competir, mas só se ele se recuperar a 100% do seu nível. Não queremos arriscar. Ele foi o melhor do Peru por dois anos consecutivos e não necessita demonstrar mais. Uma lástima que, pelas lesões, não tenha tido oportunidade de correr em nível internacional – completou o veterinário.
No fim do ano passado, quando cumpria suspensão, ele reviu o cavalo campeão e mostrou nas redes sociais:
– Visitando o histórico Elbchaussee – escreveu Guerrero.
Curiosamente, o cavalo pertencia a outro peruano histórico: Claudio Pizarro, atacante que por muitos anos foi companheiro de Guerrero no setor ofensivo da seleção.
Negócios também no Brasil
Fanático por cavalos, o principal jogador da seleção do Peru também adquiriu Klimanjaro, em São Paulo, nos tempos de Corinthians.
Depois, já no Flamengo, Guerrero arrematou seis potros e aumentou sua coleção num leilão em 2016, no Jockey Club Brasileiro:
- Soldier of Mondesir, macho
- NN Firendly Silk, macho
- Ganas de TI, fêmea
- Tanatoraja, fêmea
- The General, macho
- Regnum, macho
Este último, Regnum, já venceu um páreo no Hipódromo da Gávea em julho de 2017. Acumulando taças nas pistas, Guerrero busca, na Rússia, pelo menos o título de artilheiro da Copa.
Retirado de: Globo Esporte
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