O goleiro Diego Alves está perto de completar um ano de Flamengo. Chegou no meio do ano passado com status de estrela. Goleiro de seleção brasileira, pegador de pênalti... um dos melhores do planeta neste quesito. E é claro que a cobrança sobre ele foi grande por parte da torcida. Em entrevista ao canal do Youtube “Barbaridade”, Diego afirmou que se sentiu pressionado logo nos primeiros jogos com a camisa rubro-negra. Na derrota para o Vitória por 2 a 0, pelo Brasileiro, por exemplo.
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“Desde que eu cheguei, muitas perguntas a respeito do Cristiano e do Messi são feitas. Inclusive quando eu não defendi o primeiro pênalti aqui, o pessoal me criticando e colocando pressão porque eu não defendi o pênalti do Neilton... Não existe isso.. Hoje em dia... Eu até acho que aqui no Brasil os cobradores são melhores que talvez alguns jogadores lá fora. (Pegar) Pênalti é uma característica minha... Levo isso com tranquilidade... Sei que atrás desse pegador de pênalti tem um goleiro, tem outras características que me fazem ser importante”, disse Diego.
Defender cobranças de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, aliás, elevaram o nome de Diego no futebol europeu.
“Sempre relacionam o nome ... por serem os melhores jogadores, os melhores batedores... O que acontece é isso que você acabou de falar. O reconhecimento mundial por você ter defendido pênalti dos dois (Messi e Cristiano Ronaldo). Em todo lugar que vai, todo mundo lembra. Na Espanha era assim. É o que fica em evidência”.
Na mesma entrevista, bem descontraída por sinal, Diego, que não leva gol há 599 minutos, também falou sobre a sua infância.
“Eu tive uma infância bem gorda. Tive uma paralisia facial e tive que fazer um tratamento a base de corticoide e isso fez com que eu ficasse gordinho. Mas mesmo assim eu jogava no gol. Defendia bastante com a barriga”, afirmou o goleiro titular do Flamengo.
“Eu gostava de jogar no gol. Comecei em uma competição jogar no gol quando faltou o goleiro, eu jogava no meio. Faltou o goleiro na competição, criou o desespero no time... E eu falei: "Pode deixar que eu jogo..." A partir desse momento, já fiquei como goleiro... Comecei no futebol de salão e depois fui para o campo...”, acrescentou.
Confira abaixo a entrevista completa.
Retirado de: Extra
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