Na semana passada, os bastidores do Flamengo voltaram a esquentar durante reunião do Conselho Deliberativo (CODE), por conta de questões relacionadas às finanças do clube. As informações seguem sendo reveladas aos poucos e, de acordo com o jornalista Venê Casagrande, do Esporte Interativo, um dos problemas que causou tumulto tem relação com a transferência do meia Diego Ribas.
No balanço indicado por Venê, o nome do atleta aparece como um dos que receberam quantia financeira durante a chegada do camisa 10 ao Fla. Contudo, durante a reunião, foi dito que havia um erro no balanço. Pois na realidade, a irmã de Diego teria recebido a quantia.
Além disso, a informação de que Diego recebeu quantia financeira em sua chegada ao clube da Gávea deveria constar na relação de intermediários da CBF. Outro erro também apresentado no problema em questão. O mesmo equívoco foi cometido na contratação de Everton Ribeiro, que teve a RF Sports Intermediações como uma das beneficiadas.Um dos motivos de discussão na reunião do Code: Diego Ribas ganhou comissão em sua transferência para o Flamengo. No encontro, alegaram que na verdade quem ganhou foi a irmã do camisa 10 e que a informação estava incorreta no balanço (imagem abaixo). pic.twitter.com/EHgOfp4aB6— Venê Casagrande (@venecasagrande) 27 de abril de 2018
Ainda segundo Venê, o clube não é o responsável por informar sobre a participação e comissão dos intermediários nas negociações. Ato que deve partir dos próprios envolvidos, com exceção da equipe. Porém, por conta da falta de informações sobre valores, a ação do Rubro-Negro acaba sendo classificada como ocultação de informações e pode acabar gerando transtornos para os envolvidos.O nome "Diego Ribas" não consta na relação de intermediários cadastrados na CBF. Da mesma forma não consta o nome da "RF Sports Intermediações", empresa de Everton Ribeiro, que ganhou comissão na vinda do camisa 7 para o Flamengo. https://t.co/ZoHlnH2F3V— Venê Casagrande (@venecasagrande) 27 de abril de 2018
A responsabilidade de falar com a CBF é do intermediário e não do Flamengo. Mas, se o clube está informando a transação e não o valor, consequentemente se encaixa em “ocultar informação”. https://t.co/tNc3dTBUIr— Venê Casagrande (@venecasagrande) 27 de abril de 2018
Retirado de: Coluna do Flamengo
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