O ano de 2018 ainda está no terceiro mês, mas não é exagero afirmar que o
futebol do Flamengo já convive com extrema pressão na Copa Libertadores. O recorte engloba as péssimas campanhas recentes na competição, a cobrança da torcida pela conquista de um título de relevância e o componente eleitoral - o Rubro-negro escolherá o novo presidente em dezembro para o triênio 2019-2020-2021.
No "olho do furacão", o time encara o Emelec-EQU, nesta quarta-feira (14), às 21h45 (de Brasília). O duelo em Guayaquil é fundamental para as pretensões no Grupo 4 da Libertadores. O Flamengo sabe que precisa vencer ao menos uma partida como visitante para avançar às oitavas de final da competição continental. Além disso, fazer o dever de casa será imprescindível contra o próprio time equatoriano e o Santa Fe-COL.
A cobrança vivida pelo Flamengo está depositada no investimento realizado e na recente eliminação precoce. Em 2017, o time perdeu todas as partidas fora de casa e caiu ainda na fase de grupos. O clube passa longe do protagonismo na competição, apesar de tê-la conquistado em 1981 junto ao Mundial de Clubes.
Em caso de uma nova eliminação desta forma, o departamento de futebol ficará em situação delicada, principalmente em razão do ano eleitoral. As correntes políticas se articulam e têm no carro-chefe a principal plataforma de campanha. A administração Eduardo Bandeira de Mello convive com críticas em razão da ausência de títulos expressivos.
No ano passado, o Flamengo obteve a vaga para a Libertadores via Campeonato Brasileiro, conquistou o Campeonato Carioca, mas perdeu as finais da Copa do Brasil e da Copa Sul-Americana. O desejo da vez é o de findar o retrospecto negativo no continente e brigar pelo título.
Para isso, porém, será primordial virar protagonista e vencer jogos fora de casa, fato raro nos últimos dez anos - apenas três vitórias como visitante. Internamente, elenco, comissão técnica e dirigentes reconhecem que não se trata de um bom cenário deixar para definir a classificação nos últimos jogos. Em razão disso e de todo o panorama, conquistar os três pontos sobre os equatorianos seria uma dádiva no Rubro-negro.
"A Libertadores é um campeonato diferente. É difícil dentro e fora de casa. A estreia já passou [empate por 2 a 2 com o River Plate-ARG]. O grupo é complicado, mas temos condições de vencer. Encaramos tudo isso com muita seriedade em busca da classificação", garantiu o técnico Paulo César Carpegiani.
Retirado de: UOL
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