"Um clássico, pelo profissional, no Maracanã... Não sei nem o que dizer. Hoje (sexta-feira), na hora de dormir, vai ser complicado". As palavras são de Matheus Thuler, de 18 anos, zagueiro recém-promovido ao elenco profissional do Flamengo que vive a véspera do primeiro duelo com o Vasco. A expectativa do garoto, no entanto, não se reflete no torcedor carioca.
Só 8 mil pessoas - até a noite de sexta-feira (26) - compraram antecipadamente ingressos para o clássico deste sábado (27), às 17h (de Brasília), no Maracanã. Número que significa pouco mais de 10% da capacidade do Templo do futebol. Pesa o fato de o Flamengo, mandante da partida, prometer jogar quase desfigurado, sem as principais estrelas e com muitos garotos, como aconteceu nas rodadas anteriores. Mas, o problema vai além: os muitos clássicos valendo pouco e o interesse baixo no Estadual ajudam a afastar o torcedor.
Em 2017, o Flamengo, que domina quase 50% da torcida carioca, segundo o Ibope, jogou nove clássicos no Carioca. Destes, cinco tiveram públicos que encheram mais da metade do estádio, contando as duas finais contra o Flu. Ou seja, quatro jogos entre os principais clubes do estado não passaram dos 50% de taxa de ocupação. Sem envolver o Rubro-Negro, o cartão de visitas de 2018 não foi positivo: no primeiro clássico do ano no futebol carioca, o Fluminense e Botafogo da segunda rodada da Taça Guanabara, só 8.538 pessoas se deram ao trabalho de ir ao Maracanã - 7126 pagaram por ingressos.
Retirado de: Esporte Interativo
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