Presidente do Flamengo em quatro mandatos e tetracampeão brasileiro, Márcio Braga convocou lideranças das oposições rubro-negros a se reunirem na próxima quinta-feira. O objetivo de Márcio com o encontro é impedir que os opositores a Eduardo Bandeira de Mello se diluam em vários grupos e chapas nas eleições presidenciais de 2018.
- O Flamengo tem como objetivo, está la no seu artigo 2º, a prática do remo e futebol. São as atividades-fim do Flamengo. Essa diretoria foi um desastre tanto no remo quanto no futebol. Conseguiram fazer arrecadação enorme, que não é fruto só do trabalho deles. Tiveram felicidade de pegar arrecadação no pico. O orçamento do clube é de 600 milhões, maior do que o orçamento da CBF para o no futebol. Eles não ganham nada, não têm correspondido no futebol e nem as contratações têm respondido - afirmou.
Márcio Braga, de 81 anos, acredita que a sequência de insucessos no futebol atrapalhará a continuidade do grupo de Eduardo Bandeira de Mello à frente do Flamengo. No entanto, para derrotá-lo, pede unidade dos opositores.
- A situação deles é muito ruim, isso implica dizer que dificilmente vão ter condições de eleger um sucessor do Eduardo. Eduardo não passou de um laranja do grupo deles. Como não passou um (Wallim Vasconcellos foi impugnado em 2013), ele virou o candidato. O Flamengo tem muitos bons nomes para presidi-lo. Não podemos permitir que haja desarticulação da oposição e deixar que coloquem um novo laranja. Precisamos começar a articular a oposição para participar da oposição. Não podemos deixar racha. Precisamos de um candidato único para a eleição.
Márcio Braga apoiou Eduardo Bandeira de Mello tanto nas eleições de 2012 quanto nas de 2015, ambas vencidas pelo atual mandatário. Recentemente, porém, o atacou após derrota por 2 a 0 para o Vitória, jogo que culminou na demissão de Zé Ricardo.
- O momento é horrível. Há muito tempo. O presidente é incompetente e pé frio. Pé frio! Eu estou no Flamengo há 40 anos. Eu sei o que é um pé frio. Tudo está errado com ele. Fica acumulando vice-presidentes e não acerta. Não tem sorte. Eles gastam, gastam, gastam. Compram, compram e compram. E nada. O presidente tem que se recolher à insignificância dele - disse, no último dia 6.
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