Flamengo e Botafogo optaram por estratégias diferentes para alcançar a semifinal da Copa do Brasil. O duelo para ver quem será o representante carioca na decisão colocará frente a frente dois modelos distintos de gestão de recursos no departamento de futebol. Será o clássico entre a ostentação rubro-negra e a economia alvinegra.
De um lado, a equipe treinada por Zé Ricardo terá a responsabilidade do tamanho das cifras gastas para montar e sustentar o elenco. Este ano, o clube gastou R$ 58 milhões na contratação de nove reforços. A folha salarial do grupo cheio de astros é de aproximadamente R$ 9 milhões. Por causa do regulamento da Copa do Brasil, apesar de tanto investimento, o Flamengo não poderá escalar Diego Alves, Rhodolfo, Geuvânio e Everton Ribeiro contra o Botafogo.
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O rival, com menos recursos disponíveis, tem uma postura diferente nas contratações. Dos 12 reforços, apenas um teve os direitos adquiridos: João Paulo, por R$ 3 milhões. O restante chegou emprestado sem custos ou em definitivo, livres no mercado. Para bancar a folha salarial, a diretoria gasta 3,5 milhões por mês. Marcos Vinícius, Valencia, Brenner e Arnaldo são os reforços que não poderão atuar.
Retirado de: Extra
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