Da última vez em que Vasco e Flamengo se enfrentaram em São Januário, no ano passado, ficam lembranças de confronto da torcida visitante com a polícia e da quebra de algumas dependências no setor. Neste sábado, quando a Colina abrigará novamente o clássico, espera-se que seja diferente.
Em 2016, apenas um bar estava em funcionamento para todos os rubro-negros, que acabaram invadindo o local e saqueando produtos. Desta vez, haverá também vendedores móveis para evitar acúmulo de filas. Também se pensa em evitar nova depredação dos banheiros - na ocasião, portas e vasos sanitários foram arrancados, custo este arcado pela diretoria flamenguista.
Em 2016, apenas um bar estava em funcionamento para todos os rubro-negros, que acabaram invadindo o local e saqueando produtos. Desta vez, haverá também vendedores móveis para evitar acúmulo de filas. Também se pensa em evitar nova depredação dos banheiros - na ocasião, portas e vasos sanitários foram arrancados, custo este arcado pela diretoria flamenguista.
Para coibir conflitos fora de de São Januário, haverá o isolamento de uma rua. O acesso ao local será somente para quem portar ingressos de visitante - 1.125 bilhetes foram disponibilizados para a torcida do Flamengo, mas as autoridades de segurança acreditam em no máximo 1.000 rubro-negros. Ao final do duelo, independentemente do resultado, eles irão esperar 40 minutos para deixar o estádio. Tudo para que a tarde/noite de futebol seja sempre lembrada, somente, pelo que aconteceu dentro das quatro linhas.
Retirado de: 90 Min
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