A Odebrecht, dona de 95% do consórcio que administra o Maracanã, promete decidir até sexta-feira quem assumirá o estádio: se o grupo francês Lagardère, que tem, embora negue, a notória BWA como parceira, ou a britânica CSM, apoiada pelo Flamengo, e associada ao grupo também francês LG Events e a Amsterdam Arena.
A Lagardère anuncia que se for vencedora da licitação tentará administrar também o estádio Nilton Santos e para tanto conta com o respaldo do presidente da federação carioca de futebol, o não menos notório Rubinho.
As propostas dos concorrentes já estão entregues ao falido governo fluminense e não deixa de ser surrealista o fato de a última palavra ser da Odebrecht em plena efervescência da Operação Lava Jato.
Às voltas com problemas ainda mais urgentes como a falência da saúde no Rio de Janeiro e o atraso de salários no funcionalismo público, o ministério público não tem dedicado a devida atenção ao processo licitatório.
Lembremos: a licitação original, que resultou na gestão da Odebrecht num consórcio do qual também fez parte o grupo de Eike Batista, foi articulada por Flavio Godinho, braço direito do empresário.
Tanto Batista quanto Godinho, que estava ultimamente como vice-presidente de futebol do Flamengo, estão presos.
A direção rubro-negra garante que o cartola só participava das coisas do futebol, sem palpitar na nova licitação.
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Retirado de: Blog do Juca


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