Atualmente na Ucrânia, Anderson Pico relembra passagem pelo Flamengo



Revelado pelo Grêmio em 2007 como um lateral de bastante qualidade técnica, Anderson Pico realmente demonstrou, ao longo dos quase dez anos de carreira, que, de fato, sabe tratar bem a bola. No entanto, mesmo no Tricolor Gaúcho, clube em que acumulou 62 jogos e três gols ao longo de duas passagens, Pico nunca conseguiu ser unanimidade. O mesmo aconteceu no Flamengo, onde jogou entre 2014 e 2015, quando recebeu a oportunidade do técnico Vanderlei Luxemburgo.

Em 2017, aos 28 anos, o lateral se diz mais maduro. E apesar de ter contrato até agosto com o Dnipro-UCR, não descartou um possível retorno ao futebol brasileiro. Em contato exclusivo com o Esporte Interativo, o jogador fez uma avaliação da carreira, projetou o futuro e também comentou sobre o rebaixamento do arquirrival do Grêmio, o Inter. Confira abaixo.

Esporte Interativo: Você tem contrato com o Dnipro até o meio deste ano, mas existe vontade de retornar ao futebol brasileiro?

Anderson Pico: Minha temporada na Ucrânia foi muito boa – 25 jogos e dois gols. Fiz bastante jogos. Estou muito feliz por ter recebido a oportunidade de jogar fora do Brasil e ter me firmado em um grande clube ucraniano. Tenho que dar sequência na carreira, independentemente do lugar, tenho que estar bem. Foi uma temporada muito boa, positiva.

Esporte Interativo: No Brasil, você teve passagens por Flamengo e Grêmio, viveu bons momentos, mas não se firmou por muito tempo. Acredita que em um possível retorno ao Brasil, mais experiente, seria o momento ideal para atingir maior estabilidade em um clube daqui?

Anderson Pico: Não tive tanta estabilidade nos dois clubes por serem clubes de muita pressão, muita cobrança. Isso por parte dos torcedores, nem tanto pela direção. São duas camisetas muito pesadas. O Grêmio foi o clube que me projetou. O Flamengo me deu a oportunidade de jogar no maior clube do Brasil e por isso estou hoje no Dnipro-UCR. Só tenho que agradecer. Agora é trabalhar para ver o que vai acontecer neste ano de 2017. Estou mais experiente, mais maduro. Tenho dois filhos, estou bem casado, graças a Deus. Caso aconteça de voltar para o Brasil, estou bem amadurecido, e sei que será bem diferente do que foi há alguns anos.

Esporte Interativo: Você foi criado no Grêmio e conhece bem a rivalidade no Rio Grande Sul. Por ser cria do Tricolor, essa queda do Internacional foi um motivo de alegria?

Anderson Pico: Pra mim não é motivo de alegria. Sou atleta profissional e deixo esse lado para os torcedores. A gente sabe que o futebol perde um clube grande na primeira divisão, mas a gente sabe que logo vai subir, porque tem uma grande história. Muitos atletas queriam estar lá hoje. A gente tem que respeitar.

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Retirado de: Esporte Interativo

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