Adriano, um Império abreviado



Fala nação! Hoje venho escrever sobre um assunto antigo e sempre presente na resenha do torcedor rubro negro, Adriano Imperador.

Confesso que não queria postar nada relacionado ao Adriano, não por não ser fã, pelo contrário, mas sim pelo seu histórico e suas tentativas frustradas de recuperação mais recentes. 

Ao escrever esse texto deixei de lado à razão e começo a falar com a  emoção, que acredito eu ser a mesma de 90% dos torcedores, que é de querer ver “Didico” de volta aos campos.

Não acredito que tenha clube a não ser o Flamengo que o faça querer ser novamente um jogador de futebol. O Flamengo é a sua casa, os torcedores fazem o papel de “pai”, me diga qual pai não quer o melhor para o filho? Que pai nega carinho a seu filho?

O clube poderia tentar recuperar o ser humano Adriano, reintegrar ele a rotina de um profissional, um contrato de produtividade, talvez? Mas que o clube também se proteja, com cláusulas de que ele tem de acompanhar todo tratamento psicológico. Adriano não precisa provar para ninguém que ele tem talento, basta apenas ele acreditar em si próprio! Com um contrato de produtividade seria algo bom para ambas as partes, com Conca e Diego o hepta estaria muito mais próximo!

Tento imaginar o efeito Imperador com os torcedores caso ele tenha essa chance, os números de sua ultima passagem no que diz respeito ao marketing foi fantástico, foi um casamento perfeito.

Os números:
O Flamengo buscou Adriano em um momento que o atleta estava “deprimido” na Itália, onde chegou cogitar aposentadoria. Em conversa com o até então seu representante, Gilmar Rinaldi, foi formalizada uma proposta com salários de R$ 370 mil (cerca de um sétimo do que recebia na Inter), e mais 10% de royalties com venda de camisas com seu nome. 

Proposta aceita, claro que o que mais fez com que ele acertasse foi sua vontade de retornar ao Rio e ficar perto de sua família e amigos, ou seja, dinheiro não era problema.

O nome de Adriano, segundo pessoas próximas ao clube, atraiu na época patrocínios da Olympikus, Bozzano e Ale.

De janeiro a novembro, foram vendidas cerca de 932 mil camisas do rubro negro, cerca de 55% a mais do que a média do mercado. Destas 932 mil peças, 80% eram com o numero 10 eo nome de Adriano.

O clube faturou algo em torno de 8,3 milhões so com a venda da camisa 10, cerca de quatro vezes mais do que faturou com todas as camisas em 2008.

“Quando o Real Madrid contratou o Kaká e o Cristiano Ronaldo, o clube espanhol vendia uma camisa a cada 18 segundos. Desde primeiro de julho, estamos vendendo uma camisa a cada 14 segundos. Nesse caso, a única diferença entre o Flamengo e o Real Madrid é que os dirigentes espanhóis recebem em euro”, disse o ex-diretor-executivo de marketing do Flamengo, Ricardo Hinrichsen. 

Eu ainda acredito no Adriano, falta apenas o Imperador acreditar no Adriano, quando se der conta e resgatar isso, meus amigos... vai ser difícil parar o cara! Eu sinceramente espero que quando o Imperador resolva acreditar no Adriano não seja tarde demais, pois como todos nós já sabemos, jogador possui uma carreira curta.

Saudações rubro negra!
Randerson Muzi.
Meu Instagram: @RandersonMuzi

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