Diego, Maracanã e Brasileirão: os pilares de crescimento do sócio do Flamengo


À julgar pelos seis primeiros meses do Nação Rubro-Negra em 2016, o Flamengo teria muitos problemas para se relacionar intimamente com seu torcedor, afinal, jogando longe do Rio por diversas vezes no período, o programa teve uma queda acentuada no seu número de sócios.
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Veio o segundo semestre, o clube fez uma espetacular campanha de marketing em torno da chegada do meia Diego, voltou a atuar no Maracanã e um desempenho pra lá de satisfatório no Brasileirão. Não deu outra: o Flamengo terminará 2016 com o maior número de associados na história do seu programa. Durante o ano, mais precisamente de junho em diante, o NRN alcançou a marca de 75 mil membros.
Em outubro, no seu retorno ao Maracanã, o crescimento registrado foi de quase 18 mil pessoas. Além do relevante incremento, destaque para as experiências exclusivas que foram oferecidas nesses doze meses. Aproximadamente 300 ações e mais de 5.8 mil sócios foram impactados.
Cheirinho de um Nação Rubro-Negra ainda mais fortalecido em 2017.
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Retirado de: mkt esportivo

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