O Réveillon será daqui a alguns dias, mas pode-se dizer que 2017 começou com boas notícias para o Flamengo, ao menos no que diz respeito à logística da equipe. Depois de um ano com inúmeras viagens, até mesmo quando era mandante (uma vez que o Maracanã esteve entregue à organização do Rio 2016), o sorteio da Copa Libertadores do ano que vem deixou no caminho da equipe rubro-negra um grupo com San Lorenzo, da Argentina, Universidad Catolica, do Chile, e mais um time – vaga que pode ser ocupada pelo Atlético-PR.
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Sendo assim, o Flamengo chega à competição mais importante da próxima temporada podendo ter um desgaste bem menor que o esperado para cumprir os compromissos da fase de grupos.
– É um grupo difícil, mas quem quer ganhar a Libertadores, tem de se submeter a grupos difíceis também. Temos de nos preparar bastante para encarar esse grupo. No ponto de vista da logísitica, não é tão sacrificante. Se o Atlético-PR confirmar o favoritismo, teríamos uma viagem a Buenos Aires, uma a Santiago e outra a Curitiba – disse o presidente Eduardo Bandeira de Mello, em entrevista ao SporTV.
Se 2016 foi um ano em que o Fla esteve mais longe do Rio de Janeiro, quem sabe a proximidade de casa não faça a caminhada pelo continente ser um obstáculo a menos?
Com a palavra
'Permite logísitca melhor'
Daniel Gonçalves - Preparador físico do Fla
O fato de termos viagens com distâncias mais curtas permite uma logística melhor e menos desgastante. São grandes centros, que permitem deslocamentos diretos, sem escalas ou conexões. Isso ajuda muito. Querendo ou não, cada viagem tem um desgaste mínimo com deslocamento e, só nessa movimentação, leva-se cerca de três, quatro horas. Com viagens mais curtas, o tempo de descanso é maior.
Em 2016, passamos quase 2.800 horas em deslocamentos. Mas tem o outro lado: os times que enfrentaremos são fortes, primeiros colocados nos campeonatos nacionais, o que requer uma exigência maior durante o jogo. O trabalho terá de ser forte, dentro e fora de campo.
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Retirado de: Lance

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