Não é de agora que o técnico Zé Ricardo vem implantando um verdadeiro rodízio no setor ofensivo do Flamengo. Há várias partidas que o comandante escala a equipe com peças trocadas, sobretudo nas pontas: Fernandinho, Sheik, Everton, Cirino, Gabriel vão alternando e preenchendo os espaços partida a partida.
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No entanto contra o Botafogo, ficou clara a dependência do time nas atuações de outro jogador: Diego. A bola quase sempre passa pelos seus pés para que o Rubro-Negro crie alguma alternativa de ataque. No clássico do Maracanã, com uma marcação firme em sima do meia, as chances foram escassas. Foram apenas 15 finalizações ao todo – sete delas de dentro da área, sendo três dessas (duas de Cirino e uma na sobra de escanteio com Rafael Vaz) nos minutos finais do segundo tempo. Ou seja, a maioria dos arremates foi de longa distância.
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