Zé Ricardo planeja estudar na Europa durante as férias



O Campeonato Brasileiro ainda não acabou, mas o Flamengo já está pensando em 2017 e projetando novos horizontes. No contrato do treinador Zé Ricardo foram colocados vários planos de carreira em caso de sucesso à frente do time. Um deles era de o comandante fazer cursos na área de futebol e se aprimorar ainda mais. Um desses projetos era na Europa, durante as férias. Os dois lados ainda se planejam e tentam levar em frente já para dezembro deste ano.
Uma das ideias em pauta é que Zé Ricardo passe algumas semanas na Universidade do Porto, em Portugal, durante as férias. O local é referência no mundo no que diz respeito a estudos sobre futebol e desenvolvimento de treinadores. O local não foi escolhido à toa. Além de formar os conceitos usados pelos principais treinadores do mundo, Zé é profundo admirador de Júlio Garganta e José Guilherme, dois dos maiores nomes sobre técnicas de treinamento e Periodização Tática, que são bases para os estudos português.
A Periodização Tática foi concebida pelo professor lusitano Vitor Frade, na década de 1980. Ela visa trabalhar e compreender o jogo em todas as suas vertentes, de forma articulada, considerando os pontos de vista táticos, técnicos e fisiológicos da equipe. E é com esse conceito que Zé Ricardo e Flamengo acham que o time em 2017 precisa se alinhar ainda mais com o que há de mais moderno no futebol atual. De acordo com fontes próximas, é vontade do próprio técnico Rubro-Negro se aprimorar ainda mais.

Porém a viagem e o curso ainda não estão garantidos. Há diversos entraves que podem atrapalhar a ideia. Uma delas é a reformulação do elenco e a preparação para a temporada do ano que vem, com Libertadores. A agenda cheia é vista como problema. Clube e treinador ainda discutem como conciliar todos os fatores e conseguir dar esse passo a mais na modernização do Flamengo. A decisão sobre o caso deve sair em breve.
A ideia não só é muito arrojada e boa, como um imenso diferencial para Flamengo e Zé Ricardo. Caso consigam levar à frente, mais do que se aprimorar, os dois lados se colocam em um patamar que poucos conseguem no Brasil, país que vive de passado e com metodologias cada vez mais arcaicas.
Goal: Bruno Guedes | Ninho do Urubu

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