O estado do gramado do estádio Mané Garrincha inspira tanta preocupação que será preservado até o momento do aquecimento dos jogos de quinta-feira. O Comitê Olímpico Internacional pediu às seleções de futebol masculino que jogam na arena para que não façam toda a preparação pré-jogo em campo. Apenas parte do aquecimento vai ser realizado no gramado. Não houve reconhecimento de campo. Horas antes de Brasil x África do Sul, às 16h, Iraque e Dinamarca também estreiam no campo do Mané Garrincha.
No dia 10 de julho, para o jogo entre Flamengo e Atlético-MG, o campo apresentava falhas e estava coberto de areia em alguns trechos mais prejudicados. Compare o estado do gramado nas fotos mais abaixo.
Nenhuma seleção treinou no Mané Garrincha nos dias que antecederam a estreia na Olimpíada. Desde a última partida, pelo Campeonato Brasileiro, há pouco mais de 20 dias, que o gramado já passava por processo de replantio e cuidados especiais. Em Brasília, as equipes se revezaram em outros campos. A cada dia, as delegações precisavam negociar onde trabalhar: a seleção brasileira treinou no Cecaf na segunda-feira e no Bezerrão na terça. Nesta quarta, a atividade será no centro de treinamento do Brasiliense.
Com investimento de R$ 1,4 bilhão para a Copa do Mundo, o Mané Garrincha foi a obra mais cara para o Mundial no Brasil. E convive com problemas desde a ampla reforma. Em abril, o Flamengo, que usa o estádio como casa em 2016, contratou a Greenleaf, empresa que também cuida do campo do Maracanã e de outros estádios no futebol brasileiro, para fazer manutenção do campo. O contrato anterior com a empresa e a administradora do estádio, o governo do Distrito Federal, havia se encerrado em fevereiro.
Fonte: Globo Esporte

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