A Copa Sul-Americana começa daqui a duas semanas, mas a animação na Gávea já é contagiante.
Exagerada, até.
O encaixe do time, a chegada de reforços (Réver, Vaz, Donatti e Leandro Damião), a descoberta do Kleber Andrade como a nova casa e o resgate da confiança do torcedor faz o Flamengo sonhar com um segundo semestre feliz.
Por entre paredes, há uma quase indisfarçável certeza de que o clube disputará a Libertadores em 2017.
ESTRUTURA.
Com o executivo Rodrigo Caetano respaldado a atacar as principais carências do departamento de futebol, as forças contrárias começam a desaparecer, privilegiando o desenvolvimento do trabalho de campo, hoje desenvolvido por profissionais que conhecem as raízes rubro-negras e têm o apoio de bases científicas.
Ou seja: CT bem equipado, elenco com quantidade e qualidade acima do razoável, estádio minimamente capaz de criar atmosfera positiva e o sopro da torcida.
Resultado: o Flamengo entre na segunda metade do ano com o pé embaixo e a cabeça nas alturas...
DUELO.
Mas não se assustem com os acidentes de percurso.
Eles acontecem e o clássico deste sábado, contra o Botafogo, na repaginada "Arena da Ilha", é talhado para tal.
Há semanas venho chamando a atenção para o trabalho de Ricardo Gomes e, apesar do ceticismo com relação à necessária e emergencial política do "bonito & barato", alimento a expectativa de ver o time alvinegro brigando mais acima na tabela.
Nos últimos cinco jogos, venceu dois, empatou dois e perdeu um.
O caminho é de subida.
Acreditem!
Fonte: Gilmar Ferreira

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