As pichações no muro da Gávea com pedidos de saída de dirigentes do Flamengo ilustram da crise política que rachou a atual administração e isola, a cada dia, o presidente Eduardo Bandeira de Mello. Ao apoiar o trabalho realizado no futebol, o mandatário vive o momento de maior desgaste desde que assumiu o clube, em 2013, e é questionado no Conselho Diretor, que tem 17 vice-presidentes.
Os nomes de alguns deles apareceram nos protestos da noite da última quinta-feira, enquanto uma reunião acalorada do mesmo Conselho Diretor decidia manter intacta a estrutura do futebol — pelo menos até a próxima derrota. O vice de futebol Flavio Godinho, que passava ileso às vaias da torcida, foi alvo da ira dos pichadores. Sobrou ainda para Rafael Strauch, vice de administração e aliado de Bandeira.
Os nomes de alguns deles apareceram nos protestos da noite da última quinta-feira, enquanto uma reunião acalorada do mesmo Conselho Diretor decidia manter intacta a estrutura do futebol — pelo menos até a próxima derrota. O vice de futebol Flavio Godinho, que passava ileso às vaias da torcida, foi alvo da ira dos pichadores. Sobrou ainda para Rafael Strauch, vice de administração e aliado de Bandeira.

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