Ressalta aos olhos, não somente, deste humilde colunista, como também de parte da imprensa, todos os juniores que subiram da Copinha para o elenco profissional, são eles: Thiago,Léo Duarte, Ronaldo, Paquetá e Vizeu. Todos os anos é costume do Flamengo aproveitar alguns jogadores da base no time de “cima”, entretanto há diferenças entre esses e outros de outras remessas que já foram considerados joias, como Adryan e Rafinha, só para citar alguns exemplos. O planejamento da diretoria, era observar melhor esses jogadores, no campeonato Carioca, porém com o impedimento de disputa-lo com um time alternativo, acabou lhes tirando espaço.
Na Copa São Paulo, o goleiro Thiago, não só fez belas defesas, como foi um líder dentro de campo, e por muitas vezes segurou o resultado da partida. Léo Duarte, zagueiro seguro e rápido, pede passagem dentro do elenco, creio que pode fazer uma ótima dupla suplementando o Juan. Ronaldo, que inclusive é objeto de uma coluna anterior minha, tem tudo para fazer sombra ao Cuellár. Felipe Vizeu, até agora, tem sido o mais sortudo desses, é o reserva imediato do Guerrero, pois Kayke ainda está sem condições de jogo, vem entrando em alguns jogos, e já fez uma partida de titular, inclusive tendo boa atuação e marcando um gol. E por último, mas não menos importante, o que considero, a maior “promessa” entre os cinco: Lucas Paquetá. Lucas ao contrário dos outros, foi inscrito só agora no Campeonato Carioca, segue a análise de Guilherme Momensoh, um importante olheiro no mercado sul-americano, para esse jogador: “Lucas Paqueta é um meia extremamente técnico, com um passe e visão de jogos fora de comum e bons chutes, mas além de meia Paquetaá joga também de volante, 1º e 2º. Ele é um meia armador que sabe marcar!
A geração de Adryan, Rafinha, dentre outros, era muito comparada com antigos ídolos do Flamengo, e ás vezes até vítimas da falta de planejamento da diretoria, o que acabou os prejudicando. Todavia, hoje, vê-se um maior compromisso da diretoria, tanto em questão de planejamento, como de estrutura para os auxiliar nesse processo vertical, a geração de Vizeu e cia, parece mais centrada, e principalmente mais “alfabetizada” taticamente, o que irá facilitar bastante o desenvolvimento nos jogos.
Só que com a frustração de não poder escalar um time alternativo, onde esses jovens teriam mais espaço e sequência de jogos, não podemos acompanhar o rendimento e progresso deles.
Espero, num futuro bem próximo, que os jogadores da base ganhem cada vez mais espaço, e relegando jogadores que pouco acrescentam como Márcio Araújo e Gabriel, a outros times.
Saudações RN.
Fonte: Coluna do Flamengo
Fonte: Coluna do Flamengo

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