“Será que os jornalistas falam mal dos dirigentes e dos jogadores de graça? Porque é inacreditável. Nunca vi uma profissão com tanto filho da p*** como o jornalismo esportivo... 75 a 80% é (sic) filha da p***”, disse Wallim, em gravação cujo vazamento foi avaliado por sua assessoria como “mal-intencionado e fora do contexto”.
Já Patricia Amorim prefere o silêncio. Atacada no passado pela atual administração, que já teve Wallim como um dos pilares, a ex-mandatária não pretende apoiar nenhum candidato. Assim como não aceitará um cargo caso Bandeira seja reeleito.
Ou seja: não dá para acreditar no que se ouve por aí. Assim como, na era do celular e da internet, é prudente não confiar no interlocutor a quem se confidencia a suspeita mais vulgar contra uma categoria profissional. Não é político. E, pior: é feio, muito feio.
Fonte: Extra Globo
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